Expectativa de vida e aposentadoria

Expectativa de vida e aposentadoria

Amor ao próximo – opinião publicada no jornal (03/12/2013)

Amor ao próximo

Servidores públicos (Opinião publicada na Folha de Londrina 04/11/2013)

 

 

 

 

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Opinião publicada na Folha de Londrina de 30/10/2013 (Aumento da Renda do brasileiro bare recorde).

Opinião publica na Folha de Londrina de 30/10/2013 (Aumento da Renda do brasileiro bare récorde).

Opinião publicada em 30/10/2013

Carruagens de Fogo na Av. Bandeirantes

Se encharcar todo, correndo na chuva, às 15:30, na Av. Bandeirantes, saindo do Banco do Brasil, depois de lembrar que as janelas da casa estavam abertas foi uma cena até engraçada de ver, imagino.

Aconteceu hoje à tarde. Fazia umas duas horas que eu estava no banco, conversando com a gerente. Daí começou aquela chuva torrencial, fazendo o maior barulho. Foi quando “Plin”: caiu a ficha. Minha casa. A Giane não está lá. Eu também não. Meu Deus! Preciso correr…

Pra ficar mais emocionante, a agência bancária onde estava fica entre o hospital Evangélico e o laboratório Labimagem – ambos ficam a duas quadras da agência, mas eu, quando saí correndo para o carro, lembrei, de súbito, que não lembrava para que lado o carro estava. Fui correndo no sentido Labimagem, mas,  para minha tristeza, duas quadras depois, molhado feito cachorro de rua, percebi que o carro não estava lá. E lá vamos nós para o outro lado – sentido Evangélico.

No caminho, a rua tem um desnível e em razão disso dava para ver uma lâmina d’água de uns 5 cm. descendo a Bandeirantes no sentido contrário da rua – chovia muito, mas muito, mesmo! Imaginem a cena: eu correndo, todo molhado, de sapatos de couro, sem meias, tentando vencer uma lâmina d’água de 5 cm… Doce ilusão. Minhas “patas” ficaram todo encharcadas. Mas foi bonito de se sentir naquela situação.

Para quem já assistiu o filme Carruagens de Fogo, foi exatamente aquilo que passou pela minha cabeça ao tentar vencer a bendita lâmina d’água, que vinha descendo, sem dó de mim…

Dê um play abaixo, ouça a música, e se imagine na minha situação. Você consegue… com um pouco de humor e boa vontade… rsrsrs

Bitucas – opinião publicada no JL (09/10/2013)

Em relação à opinião do Alexandre Sordi Piccinin (“Sem educação ambiental”, Cartas, 4/10), acrescento que os fumantes desta cidade não consideram suas “bitucas” como lixo, pois as descartam deliberadamente em qualquer lugar – rua, calçada ou canteiro. Como se não bastasse o péssimo hábito de fumar, ainda é comum ver esses cidadãos jogando seus restos cidade afora. Acredito que tais pessoas deveriam comparar suas bitucas a papéis de bala, pois garanto que não devem ficar jogando “papel de bala” no chão tão facilmente como o fazem com o maldito (palavra censurada pelo jornal) cigarro.
Ruy Carneiro Giraldes Neto, servidor público

Sem educação ambiental – Cartas, 4/10
Não vamos generalizar, mas a maioria dos moradores de Londrina não está muito preocupada com questões ambientais envolvendo descarte de lixo. Dê uma observada em sua rua, em seu bairro, na cidade em geral. Com certeza verá lixo jogado em qualquer lugar, em terrenos, em rios, nos bueiros. Sou londrinense, moro aqui, estive por diversas vezes em Curitiba e lá uma coisa me chamou a atenção: pelo menos aonde passei estava tudo limpo. Claro, o poder público age limpando, mas a população colabora, o que não ocorre aqui. Está na hora do londrinense parar com esta mentalidade de terceiro mundo. E a mudança começa por gestos simples, como por exemplo jogando o lixo no lugar certo.
Alexandre Sordi Piccinin

VIVA OS INGLESES!

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Pra inglês ler

18 de Setembro de 2013
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É bom ir à Biblioteca Pública de Londrina. Naquele mesmo prédio, até os anos 80, funcionava o Fórum. Antes do Fórum, nos anos 30, havia uma quadra de tênis, usada pelos funcionários da Companhia de Terras. O lugar ficou conhecido como “a quadra dos ingleses” – embora alguns fossem escoceses ou brasileiros filhos de cidadãos britânicos. Quando passeio em silêncio entre as prateleiras da biblioteca, às vezes penso ouvir o coração de Londrina batendo naquele chão.

Dizer que os ingleses não tiveram papel importante na colonização de Londrina equivale a afirmar que os jesuítas em nada contribuíram para a fundação de São Paulo. A Companhia de Terras Norte do Paraná, empresa de capital inglês, foi a grande responsável pelo planejamento e colonização de Londrina e região. Graças ao projeto dos ingleses, colonos sem grandes recursos puderam se estabelecer na região, tornando-se proprietários e pagando os lotes com recursos da própria terra. Muitas outras etnias – foram contadas mais de 30, ainda em 1938 – estiveram presentes, algumas com grande destaque, no processo da colonização, dando-lhe um caráter multicultural que até hoje é uma das marcas da cidade. Antes dos ingleses, houve desbravadores e povos nativos. Mas negar a importância da Companhia de Terras equivale a apagar a história – como fazia Stálin na União Soviética.

Hoje fala-se muito em “empresa socialmente responsável”. A Companhia de Terras foi exatamente isso, muitos anos antes do surgimento da expressão. Nenhuma cidade existe sem empresas, mas poucas podem dizer que nasceram como empresa; Londrina é assim.

Se a moda do revisionismo histórico pegar, logo vamos ter de providenciar a troca de alguns nomes da cidade. Nosso mito fundador passará a ser mico fundador. Quem sabe o Parque Arthur Thomas vire Parque Carlos Lamarca. A Praça Willie Davids tornar-se-ia Praça Luís Carlos Prestes. Um bom nome para a Avenida Winston Churchill seria Avenida Leon Trotsky. Companhia de Terras Norte do Paraná? Que nada! Melhor é VAR-Palmares.

Na novela de Dias Gomes, os habitantes de Bole-Bole querem trocar o nome da cidade para Saramandaia. Londrina, a julgar por alguns militantes juramentados, corre o risco de não ser mais a Filha de Londres. Vai virar Assentamento Guarani Kaiowá – pra inglês não ver.

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POST-SCRIPTUM

Carta do leitor Ary Benedito Silva ao JL:

Homenagem aos ingleses

Completo 82 anos dia 1º de dezembro próximo, morando no Norte do Paraná desde 1942. Muitas vezes estive no casarão de madeira onde estava instalada a Companhia de Terras dos ingleses, onde hoje está localizada uma filial do Bradesco. Acompanhei a evolução do Norte do Paraná, sendo gerente de banco por 27 anos em várias cidades, todas no Norte do Paraná. Nunca soube de um loteamento de mata virgem ser bem-sucedido em nenhuma outra parte do mundo. Devemos muito do sucesso do Norte do Paraná à grande organização dos ingleses. Eu nunca tive conhecimento de que eles tivessem executado sequer um comprador de pequenos lotes por falta de pagamento das prestações. Sempre se dava um jeito de prorrogar o pagamento, cujo atraso se dava pelas intempéries climáticas. Chegava-se a perder colheita total por falta de tempo propício. Eu mesmo tive oportunidade de acompanhar clientes para obter prorrogação do prazo. Portanto, viva a relevância histórica dos ingleses, viva o portal em sua homenagem. Quem viu o Norte do Paraná agigantar-se, sabe das dificuldades daqueles heróis desbravadores.

Ary Benedito Silva

Jornal de Londrina

Terça-feira, 24 de setembro de 2013

Cartas

Ingleses
Para mim, londrinense nato, a magnífica opinião do bancário aposentado, Ary Benedito Silva (cartas 18/9), que testemunhou o excelente trabalho de colonização dos ingleses no Norte do Paraná, encerra toda polêmica em torno do portal a ser construído em nossa “pequena Londres”, em homengem a seus colonizadores. O povo londrino merece, sim, essa homenagem de nós, londrinenses. Nossa dívida com eles é impagável e toda homenagem é bem-vinda.
Ruy Carneiro Giraldes Neto, servidor público

Último Refúgio (Folha de Londrina 12/09/2013)

Foto que falou pela matéria

Opinião publicada na edição de14/09/2013

Opinião publicada na edição de14/09/2013

Depressão, ansiedade e falta de sono (Tem solução!)…

Ficar preso no passado= depressão.
Ficar preocupado com o futuro= ansiedade.
Que tal viver e desfrutar o hoje?

Fiz essa reflexão depois de bater um papo com meu cabeleiro e assistir a uma palestra do TED muito legal, com um neurocientista, falando sobre a importância do sono. ( http://www.ted.com/talks/russell_foster_why_do_we_sleep.html ).

O Neurociêntista em questão, chamado Russel Foster, explicou que o sono, além de cumprir uma função restauradora e de consolidação de lembranças – ou seja, aprendizado-, ainda é de vital importância para combater dois dos maiores males da modernidade: a esquizofrenia e a síndrome bipolar.

O que me chamou a atenção inicialmente no tema, foi o fato de que eu faço tratamento, há alguns meses, para contornar o transtorno de humor bipolar. E o interessante é que a medicação que estou tomando, além dos hábitos que cultivo diariamente (prática de atividades físicas), me garante boas noites de sono, e, com isso, aliado a um grupo de amigos com os quais eu e minha esposa nos encontramos semanalmente, tenho conseguido me livrar do fantasma da depressão e da ansiedade.

A reflexão que faço, finalmente, é que é possível, sim, viver uma vida saudável, sem ansiedade e depressão. Basta um pouco de força de vontade em reconhecer que por nós mesmos muitas vezes não conseguimos superar os problemas. Veja o meu exemplo: recorro à medicação para superar o transtorno bipolar, que me levava a terríveis dias de “altos e baixos”, com muita euforia, às vezes, e desânimo e vontade de morte, em outras, e me tirava noites e noites de sono.

Meu desejo é que você, que também passa por problemas semelhantes, não tenha medo ou resistência em buscar ajuda. Afinal, é possivel viver com muita qualidade de vida, apesar dos problemas e pressões do nosso dia a dia. Isso eu garanto.

Nossa (in)segurança pública

Hoje aconteceu um fato que me deixou pra lá de perplexo com as nossas autoridades policiais. Trabalho numa agência do INSS onde são realizadas perícias médicas visando, principamente, o reconhecimento do direito dos segurados filiados à Previdência Social  ao recebimento do benefício de auxílio doença.

Ocorre que hoje pela manhã, ao concluir uma das primeiras perícias do dia, o médico simplesmente disse a um dos pacientes que este receberia pelo correio o resultado da perícia. Pois o cidadão, inconformado de não obter na hora o resultado, simplesmente cuspiu no médico e partiu para cima dele, desferindo socos e pontapés. Ainda bem que o perito em questão é um homem jovem e tem um bom porte físico, porque se fosse uma mulher ou um médico um pouco mais idoso, talvez tivesse sido bastante machucado pelo cidadão – um sujeito moreno de mais de 1,80m.

O Gerente da agência de imediato acionou a polícia, que passados uns 40 minutos chegou. De lá conduziram a sujeito, com o perito médico e o gerente, até a delegacia da Polícia Federal. Lá chegando, o gerente prevendo a possibilidade de o sujeito querer fazer mais algum mal ao médico, orientou que este último ficasse em uma sala separada, enquanto ele dava início ao depoimento e demais procedimentos solicitados pela polícia. Só que pasmen! O cidadão, não satisfeito de ter agredido o médico, começou a agredir o gerente, em plena delegacia da Polícia Federal. Mas não para por aí, não. Segundo o gerente, a polícia provavelmente não deteve o cidadão, por se tratar de um caso de “poucas lesõe” – afinal, o primeiro soco pegou só de raspão.

Agora vamos refletir um pouco sobre isso. Onde nós vamos parar assim? Em Londrina, parece que estamos no tempo do “velho-oeste”. A impunidade e a sensação de insegurança que ela traz amedronta a população e deixa em total descrédito as ações do poder público na área da segurança.

Mas isso tem uma explicação plausível. Pelo menos aqui em Londrina, onde as penitenciárias estão super-lotadas: a polícia não tem mais onde colocar criminosos. Então, salve-se quem puder!

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